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Bancos poderão conceder empréstimos para inadimplentesPosted on 11/24/2006 at 6:11 AM - Link Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou as instituições financeiras a concederem empréstimos a pessoas que tenham cadastro negativo no SPC e Serasa. A nova Resolução altera o item IX da Resolução 1.559, de 1988, que impedia a conceção de empréstimos a inadimplentes negativados nos cadastros de crédito. Com isso, os bancos ficam agora encarregados de decidir se o cliente com nome sujo na praça poderá adquirir ou não o empréstimo, desde que "atendam aos princípios de seletividade, garantia, liquidez e diversificação de riscos". Empréstimo PessoalPosted on 11/22/2006 at 5:46 AM - Link
O que é É um empréstimo em que os recursos são colocados à disposição do devedor, que os utiliza livremente. Em geral é creditado na conta corrente ou através de cheque nominativo.
Características
Finalidades Indicado para:
Como Funciona
Empréstimos sobem num ano 14 mil milhõesPosted on 11/18/2006 at 5:33 AM - LinkNo espaço de um ano, entre Junho de 2005 e Junho último, as famílias portuguesas pediram emprestados ao banco cerca de 14,6 mil milhões de euros. Um valor que parece indicar que a subida das taxas de juro iniciada em Dezembro pelo Banco Central Europeu não está a refrear o endividamento. No mesmo período, o crédito de cobrança duvidosa subiu 117 milhões (5,9%), totalizando agora 2,1 mil milhões de euros. Banco eleva juro de curto prazo a aposentado após governo criar tetoPosted on 11/16/2006 at 4:43 AM - LinkOs bancos aumentaram os juros para empréstimos consignados de curto prazo oferecidos a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) após a criação do teto de 2,9% ao mês essa modalidade de crédito. As 10 Medidas do Bom Tomador de EmpréstimosPosted on 11/14/2006 at 4:31 AM - LinkPor Professor Istvan Kasznar
Empréstimos são um meio importante e saudável de capitalização e de realização dos sonhos das pessoas e das empresas. Normalmente, os empréstimos são conhecidos como “capital de terceiros” e negociam-se nas financeiras, nos bancos e outros intermediários financeiros autorizados. Naturalmente, os empréstimos têm um custo, que é repassado ao tomador final. A financeira ou o banco devem fazer um esforço, para captar recursos na praça, a ponto de deter um volume satisfatório, que satisfaça as requisições de montantes de seus clientes e lhes proveja um retorno aceitável e digno. Neste sentido, é freqüente que uma financeira ou um banco se veja a captar pequenos volumes de numerosos pequenos poupadores e aplicadores, para dispor de linhas de crédito que atendam aqueles que precisam de empréstimos. Há portanto um sacrifício e uma estrutura de captação, que é remunerada pelo tomador. Ele “terceiriza” este serviço à financeira, que se imbui da responsabilidade de encontrar os poupadores – leiam-se eles como os capitalistas passivos – que dispõem de dinheiro para fazer aplicações. Estes aplicadores buscam receber taxas altas para os seus depósitos, o que pode puxar as taxas dos empréstimos para cima. A dinâmica das taxas de juros negociadas pelas instituições financeiras com seus clientes define o retorno e o custo do capital. Decorre que ao dirigir-se a um intermediário financeiro, esta dinâmica é a base da negociação e há de ser considerada pelo tomador em potencial. A seguir, vejam-se dez medidas importantes para ser um bom tomador de empréstimos e evitar dissabores com o mercado financeiro, cujo papel social de agente de intermediação é certamente muito bem definido e consagrado. Não há uma ordem de prioridade nos itens, o importante é que eles sejam monitorados, acompanhados e resultem no sucesso pretendido com o alcance do crédito. 1) Esteja informado. Saiba quais são as condições gerais e específicas do mercado de crédito. Procure obter dados e informativos, que destacam a política monetária, as linhas de crédito disponíveis, as características principais das linhas de crédito e os intermediários que podem atender em potencial seus desejos; 2) Visite e conheça os agentes de intermediação financeira. As financeiras terão o maior prazer em conhecer a sua pessoa, as suas necessidades e os seus objetivos. Afinal de contas, o cliente é seu alvo e há de ser conquistado. Descreva suas necessidades e anote as propostas que recebe, para compará-las e verificar quem oferece condições mais vantajosas; 3) Com paciência e detalhadamente as condições contratuais e pergunte ao intermediário o que lhe parecer uma dúvida, para ter certezas na operação por fazer. Um bom empréstimo é feito com um contrato transparente, coerente e aderente. Ele deve ter todas as condições de uma operação, bem estipuladas, para não deixar margem a dúvidas. De preferência, o contrato deve ser fácil de ler e compreender, dispondo de letras legíveis e que dispensam lupas, de tão pequeninas que podem ser certas letrinhas; 4) Tome preços e condições de pelo menos três intermediários. Ao levantar as propostas, busque várias alternativas. Não necessariamente a primeira será a melhor. Quanto maior for o volume de recurso procurado, tanto mais valerá a pena buscar opções e comparar preços, prazos, garantias, e valores de prestações; 5) Verifique como são feitos os cálculos de juros a pagar pelo crédito que for tomado. É bastante comum que cada intermediário tenha um método aceito, correto, mas diferenciado de calcular o custo do capital. Pergunte-se e verifique se a taxa com a qual se comparam os ofertantes é a mesma: se efetiva, ou real, ou nominal, ou por dentro ou por fora. 6) Note se o intermediário divulga informações e dados regulares sobre a sua operação, em data e prazo confortável, para regularizar as operações. Bom é não ter contratempos, nem surpresas. Então, espera-se que o intermediário seja um bom parceiro, que ensina e informa o tomador, apoiando e explicando satisfatoriamente as operações em seus detalhes; 7) Verifique em que medida a financeira se compromete em realmente lhe oferecer um serviço personalizado, que é acompanhado por um oficial ou gerente de crédito com expertise e que não é descartado a qualquer hora e sem aviso, pela instituição. É importante para um cliente ser tratado como um rei. Afinal de contas, se ele paga em dinheiro, que é uma mercadoria raríssima na praça brasileira, que todos querem, espera-se um bom tratamento, diferenciado. Evite instituições que mudam a toda hora seus atendentes, posto que um poderá não repassar o seu “caso” específico a outro atendente, e aí seu serviço personalizado desaparece. Também evite quem não explica o ato de demitir ou fazer rodar seu oficial de crédito, posto que é respeitável o tempo gasto na explicação de suas necessidades, características e interesses. Repetir tudo de novo tem altos custos para o cliente; 8) Faça um levantamento do perfil de risco do seu credor. Um bom credor tem atributos, que dão evidências de qualidade, poder, capacidade, respeitabilidade e estabilidade. Deve-se tomar crédito de preferência do agente que tem conhecimentos e técnicas comprovadas na área de crédito; que tem fundamentos evidentes de liquidez e de retorno institucional; que apresenta capacidade de atender bem, rapidamente e com solicitude as demandas do cliente; de quem está em dia com suas obrigações fiscais, monetárias, sociais e de responsabilidade comunitária; e que tem endereço certo, com nome bem estabelecido na praça; 9) Verifique as suas necessidades verdadeiras e cheque se a instituição tem condições de atendê-las. Ao tomar um empréstimo, ele fará provavelmente parte de uma estrutura de capitais, composta de capitais próprios e de terceiros. Pergunte-se se o aporte do empréstimo será útil; se gerará o caixa ou o resultado desejado; se pressionará e em quanto o seu orçamento presente e futuro; e se as condições gerais da combinação de créditos vai alavancar mesmo os seus interesses. Caso positivo, haverá bons indicadores para tomar empréstimo; 10) Combine seu crédito com a sua capacidade de pagar. Um bom casamento deve ser feito, para que se devolva e pague o que se deve. Pagar e devolver satisfatoriamente o devido, é muito mais que um ato moral e o dever de um bom cidadão. Pagar bem é abrir para si mesmo as portas de oportunidades melhores e maiores. Ou seja, o bom pagador é premiado pelo que faz, pela sua decência e se capacita ao apoio de mais e maiores financeiras e bancos, crescendo e somando pontos, para um desenvolvimento melhor e maior. Portanto, evite os calotes, os inadimplementos e os estresses financeiros, que são contraproducentes. O bom tomador ganha fama. A ele aportam e se dirigem os credores. Pagando em dia o devido, o cliente tomador vê rapidamente estender-se à sua frente um tapete vermelho, que lhe concede créditos mais diversificados na natureza e maiores no volume. Desta forma, atender as bases do devedor em face do credor, num procedimento adequado, é certamente trilhar o caminho do sucesso. Empréstimos PMEPosted on 11/11/2006 at 4:22 AM - LinkSe fosse fácil e barato, 57% das micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo desejariam tomar empréstimos bancários. No entanto, segundo pesquisa do Sebrae-SP, apenas 22% das pequenas empresas buscam recursos em instituições bancárias. Na avaliação dos entrevistados, as elevadas taxas de juros e a burocracia continuam sendo as maiores dificuldades de acesso das pequenas empresas ao crédito. Para 61% dos entrevistados, reduzir as taxas de juros seria a principal ação que poderia facilitar a tomada de novos empréstimos, 34% acham que reduzir a burocracia seria a ação mais importante, 18% pleiteiam prazos mais longos de pagamento e 10% demandam menores exigências em termos de garantias. Para o diretor-superintendente do Sebrae-SP, José Luiz Ricca, os dados mostram que é preciso mudar a estratégia de atuação das instituições financeiras, públicas e privadas, junto às pequenas empresas. "Os recursos existem, mas as empresas não têm acesso a eles. E o mais grave é que mesmo que fosse fácil e barato captar recursos nos bancos, 43% não estão dispostas, entre outras razões, porque acreditam que não conseguiriam pagar e não confiam na política econômica do governo." O estudo revela ainda que as três principais formas de financiamento utilizadas pelos empreendedores, com recursos de terceiros, são: negociação de prazo com fornecedores ou crédito mercantil (43%); uso de cheque pré-datado (35%); e uso do cheque especial ou cartão de crédito da empresa (31%). A sondagem também apurou que das empresas que desejam obter algum tipo de financiamento, 59% das pequenas empresas buscam até R$ 20 mil, 67% acreditam que o prazo ideal para pagamento é de até 36 meses e 67% aceitariam pagar juros de até 1,99% ao mês. Outro destaque do estudo mostra a intenção do empréstimo: 63% buscam recursos para capital de giro e 54% para investimento em capital físico. A pesquisa foi realizada com 450 micro e pequenas empresas da capital, região metropolitana de São Paulo, litoral e interior e é representativa das 1,3 milhões de MPEs formais dos setores de indústria da transformação, comércio e serviços. Projeto autoriza empréstimo em folha para compra de imóvelPosted on 11/7/2006 at 4:08 AM - LinkTrabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) poderão fazer empréstimos consignados em folha para a compra de imóveis, segundo prevê o Projeto de Lei 7177/06, do deputado José Divino (sem partido-RJ). Segundo a proposta, os imóveis podem ser novos ou usados e devem estar em situação legal no Sistema Financeiro da Habitação, no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo e no Sistema de Financiamento Imobiliário. Empréstimos ConsignadosPosted on 11/3/2006 at 4:06 AM - LinkO empréstimo consignado consiste em oferecer crédito para aposentados e pensionistas do INSS e tendo seu pagamento descontado diretamente no benefício. Com a garantia de pagamento em folha, as instituições financeiras conseguem uma maior garantia de recebimento da dívida. Esse crédito de baixo risco permite que sejam prticadas taxas de juros mais baixas. O valor das prestações do empréstimo não pode ultrapassar 30% da aposentadoria ou pensão recebida. O prazo máximo para liquidação da dívida é de 36 meses. Os empréstimos consignados são regidos de acordo com normas da Previdência Social. Cuidados com Empréstimos para AposentadosPosted on 10/30/2006 at 4:05 AM - LinkApós uma vida inteira de serviços prestados e muito esforço, é mais do que justo que um cidadão na melhor idade recorra a um empréstimo para aposentado. O empréstimos pode ser para aquela necessidade de dinheiro especial e inadiável… Talvez financiar a viagem que tanto sonhou. Ou então partir para um crédito imobiliário para comprar um pedaço de terra para momentos especiais com a familia. Apesar de serem cada vez mais comuns empresas de crédito para aposentados, aumentam também o número de golpes que vão de encontro ao pessoal da terceira idade e empréstimos financeiros. Por mais que tudo pareça bastante fácil, sempre peça o máximo de informações sobre a empresa de crédito que escolher. Procure os orgãos competentes, verifique se são empresas devidamente licenciadas para atuarem nesta área de crédito. Procure na internet por fóruns de informações ou grupos de dicussões voltados para empréstimos ou financiamentos. Se puder, peça referências de algumas pessoas que já usaram o serviço. Empréstimo CompulsórioPosted on 10/26/2006 at 3:57 AM - LinkNa doutrina tributária brasileira, empréstimo compulsório é considerado um tributo, e consiste na tomada compulsória de certa quantidade em dinheiro do contribuinte a título de “empréstimo”, para que este o resgate em certo prazo, conforme as determinações estabelecidas por lei. Na prática, o passado está recheado de episódios em que empréstimos compulsórios só foram devolvidos após muito tempo. Como o Brasil vivia crise de hiperinflação, o dinheiro devolvido foi reduzido a pó. O empréstimo compulsório serve para atender a situações excepcionais, e só pode ser instituído pela União. |
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