Falando sobre Empréstimos

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Bancos poderão conceder empréstimos para inadimplentes

Posted on 11/24/2006 at 6:11 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou as instituições financeiras a concederem empréstimos a pessoas que tenham cadastro negativo no SPC e Serasa.

A nova Resolução altera o item IX da Resolução 1.559, de 1988, que impedia a conceção de empréstimos a inadimplentes negativados nos cadastros de crédito. Com isso, os bancos ficam agora encarregados de decidir se o cliente com nome sujo na praça poderá adquirir ou não o empréstimo, desde que "atendam aos  princípios de  seletividade, garantia, liquidez e diversificação de riscos".


Empréstimo Pessoal

Posted on 11/22/2006 at 5:46 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

O que é

É um empréstimo em que os recursos são colocados à disposição do devedor, que os utiliza livremente.

Em geral é creditado na conta corrente ou através de cheque nominativo.

 

Características

  • Onde obter: Bancos, Financeiras, Cooperativas de crédito
  • Requisitos: cadastro aprovado e garantias ( avalista e/ou outras )
  • Prazo: geralmente entre 1 a 24 meses; o pagamento poderá ser em parcela única ou parcelado com amortizações mensais
  • Taxas: além do IOF, normalmente são cobradas TAC e Taxa de Cadastro

Finalidades

Indicado para:

  • Necessidades que não sejam para aquisição de bens ou serviços - neste caso há outras alternativas mais adequadas e baratas
  • Renegociação ou consolidação de dívidas, utilizando a possibilidade de aumentar prazos e/ou oferecer garantias para obter redução de custo
  • Substituição ou quitação de outras dívidas mais onerosas, por exemplo o cheque especial e cartão de crédito

Como Funciona

  • Normalmente é solicitado / contratado na agência com o gerente do banco, financeira ou cooperativa de crédito
  • Há bancos que tem limites pré aprovados por cliente, para esta modalidade. Neste caso, assinado o contrato respectivo, pode ser utilizado através da Internet, telefone, caixa automático, ou outros meios colocados à disposição pelo respectivo banco.
  • Os pagamentos são debitados na conta corrente ou pagos através de boleto bancário
  • Os atrasos nos pagamentos estão sujeitos a juros de mora, 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor em atraso.
  • Em geral, no caso de pagamento parcelado, as prestações são iguais e mensais
  • Há possibilidade de fazer amortização antecipada, negociando o valor com o gerente.

Empréstimos sobem num ano 14 mil milhões

Posted on 11/18/2006 at 5:33 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

No espaço de um ano, entre Junho de 2005 e Junho último, as famílias portuguesas pediram emprestados ao banco cerca de 14,6 mil milhões de euros. Um valor que parece indicar que a subida das taxas de juro iniciada em Dezembro pelo Banco Central Europeu não está a refrear o endividamento. No mesmo período, o crédito de cobrança duvidosa subiu 117 milhões (5,9%), totalizando agora 2,1 mil milhões de euros.
De acordo com os dados do Boletim Estatístico do Banco de Portugal, ontem divulgado, os particulares registavam em Junho um volume de endividamento mais elevado que no mês anterior e que no mês homólogo de 2005. Esta maior procura de crédito verificou-se tanto naquele que visou financiar a compra de casa, como bens de consumo ou o que se destina a outros fins.
O volume de crédito atingia, assim, no final do primeiro semestre deste ano, 111,12 mil milhões de euros, o que equivale a mais 1,4 mil milhões que em Maio e mais 14,6 mil milhões que em Junho do ano passado. Daquele total, a maior fatia corresponde à dos empréstimos para compra de habitação, que somam já 88,8 mil milhões de euros (ou seja mais 12,4 mil milhões ou mais 16,2% que há um ano). No crédito ao consumo há a registar uma subida de 1,58 mil milhões de euros (mais 17,1%) entre Junho de 2005 e Junho último. Este tipo de empréstimos totaliza agora 10,78 mil milhões de euros e tem registado uma subida constante desde Janeiro.
Já o crédito que se destina a outra fins somava em Junho 11,52 mil milhões (contra 11,44 mil milhões em Maio), tendo crescido 5,5% (ou mais 609 milhões) em relação a Junho do ano passado.
Estes valores (ver infografia) parecem, assim, indicar que perante a subida das taxas de juro decidida pelo BCE nos últimos tempos (e que já fez o preço do dinheiro subir de 2% para os actuais 3%) os portugueses ou não sentem ainda a pressão das taxas de juro ou estarão a renegociar os seus empréstimos de forma a suavizar as prestações mensais.
No que diz respeito ao crédito de cobrança duvidosa, os dados do Boletim Estatístico evidenciam dois tipos de comportamento distintos nos empréstimos para compra de casa e outros fins, o malparado desce em relação a Maio, mas sobe quando a comparação é feita com o mês homólogo do ano passado. No do consumo é ao contrário. Neste conjunto de subidas, a mais acentuada é a que se verifica no crédito para compra de casa, que entre o final do primeiro semestre de 2005 e o deste ano passa de 1049 milhões de euros para 1131 milhões (uma subida de 7,8%). Face a Maio desce 31 milhões de euros.
Já no crédito ao consumo, o malparado totaliza agora 415 milhões, contra 413 em Maio e 416 em Junho de 2005, enquanto no destinado a outros fins a soma total ascende a 557 milhões, quando em Maio era de 595 e em Junho de 521 milhões de euros.


Banco eleva juro de curto prazo a aposentado após governo criar teto

Posted on 11/16/2006 at 4:43 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

Os bancos aumentaram os juros para empréstimos consignados de curto prazo oferecidos a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) após a criação do teto de 2,9% ao mês essa modalidade de crédito.
Na semana passada, por iniciativa do governo, o Conselho Nacional de Previdência Social impôs esse teto com o objetivo de baratear as taxas cobradas dos aposentados.
Dos 21 bancos que já enviaram informações ao Ministério da Previdência sobre as novas taxas praticadas, seis aumentaram os juros de curto prazo (empréstimos com prazo de pagamento de poucos meses). Outros dois também registraram aumento nos últimos dois meses, mas informaram que as taxas subiram antes da definição do teto.
Segundo parte desses bancos, o aumento compensou parcialmente a redução das taxas nos empréstimos de prazos mais longos necessário para se enquadrar nesse novo teto.
O limite de 2,9%, entretanto, deve ser benéfico para a maioria dos aposentados que tomam empréstimos consignados. De acordo com a Previdência, 22,2% dos empréstimos contraídos de 2004 até o final de abril deste ano foram fechados para pagamento em até 12 parcelas, sendo 15,2% em até seis meses. Nos prazos longos, estão 56,8% dos aposentados e pensionistas, com pagamento de 31 a 36 parcelas.


As 10 Medidas do Bom Tomador de Empréstimos

Posted on 11/14/2006 at 4:31 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

Por Professor Istvan Kasznar

 

Empréstimos são um meio importante e saudável de capitalização e de realização dos sonhos das pessoas e das empresas.

Normalmente, os empréstimos são conhecidos como “capital de terceiros” e negociam-se nas financeiras, nos bancos e outros intermediários financeiros autorizados.

Naturalmente, os empréstimos têm um custo, que é repassado ao tomador final. A financeira ou o banco devem fazer um esforço, para captar recursos na praça, a ponto de deter um volume satisfatório, que satisfaça as requisições de montantes de seus clientes e lhes proveja um retorno aceitável e digno. Neste sentido, é freqüente que uma financeira ou um banco se veja a captar pequenos volumes de numerosos pequenos poupadores e aplicadores, para dispor de linhas de crédito que atendam aqueles que precisam de empréstimos.

Há portanto um sacrifício e uma estrutura de captação, que é remunerada pelo tomador. Ele “terceiriza” este serviço à financeira, que se imbui da responsabilidade de encontrar os poupadores – leiam-se eles como os capitalistas passivos – que dispõem de dinheiro para fazer aplicações. Estes aplicadores buscam receber taxas altas para os seus depósitos, o que pode puxar as taxas dos empréstimos para cima.

A dinâmica das taxas de juros negociadas pelas instituições financeiras com seus clientes define o retorno e o custo do capital. Decorre que ao dirigir-se a um intermediário financeiro, esta dinâmica é a base da negociação e há de ser considerada pelo tomador em potencial.

A seguir, vejam-se dez medidas importantes para ser um bom tomador de empréstimos e evitar dissabores com o mercado financeiro, cujo papel social de agente de intermediação é certamente muito bem definido e consagrado. Não há uma ordem de prioridade nos itens, o importante é que eles sejam monitorados, acompanhados e resultem no sucesso pretendido com o alcance do crédito.

1) Esteja informado. Saiba quais são as condições gerais e específicas do mercado de crédito. Procure obter dados e informativos, que destacam a política monetária, as linhas de crédito disponíveis, as características principais das linhas de crédito e os intermediários que podem atender em potencial seus desejos;

2) Visite e conheça os agentes de intermediação financeira. As financeiras terão o maior prazer em conhecer a sua pessoa, as suas necessidades e os seus objetivos. Afinal de contas, o cliente é seu alvo e há de ser conquistado. Descreva suas necessidades e anote as propostas que recebe, para compará-las e verificar quem oferece condições mais vantajosas;

3) Com paciência e detalhadamente as condições contratuais e pergunte ao intermediário o que lhe parecer uma dúvida, para ter certezas na operação por fazer. Um bom empréstimo é feito com um contrato transparente, coerente e aderente. Ele deve ter todas as condições de uma operação, bem estipuladas, para não deixar margem a dúvidas. De preferência, o contrato deve ser fácil de ler e compreender, dispondo de letras legíveis e que dispensam lupas, de tão pequeninas que podem ser certas letrinhas;

4) Tome preços e condições de pelo menos três intermediários. Ao levantar as propostas, busque várias alternativas. Não necessariamente a primeira será a melhor. Quanto maior for o volume de recurso procurado, tanto mais valerá a pena buscar opções e comparar preços, prazos, garantias, e valores de prestações;

5) Verifique como são feitos os cálculos de juros a pagar pelo crédito que for tomado. É bastante comum que cada intermediário tenha um método aceito, correto, mas diferenciado de calcular o custo do capital. Pergunte-se e verifique se a taxa com a qual se comparam os ofertantes é a mesma: se efetiva, ou real, ou nominal, ou por dentro ou por fora.

6) Note se o intermediário divulga informações e dados regulares sobre a sua operação, em data e prazo confortável, para regularizar as operações. Bom é não ter contratempos, nem surpresas. Então, espera-se que o intermediário seja um bom parceiro, que ensina e informa o tomador, apoiando e explicando satisfatoriamente as operações em seus detalhes;

7) Verifique em que medida a financeira se compromete em realmente lhe oferecer um serviço personalizado, que é acompanhado por um oficial ou gerente de crédito com expertise e que não é descartado a qualquer hora e sem aviso, pela instituição. É importante para um cliente ser tratado como um rei. Afinal de contas, se ele paga em dinheiro, que é uma mercadoria raríssima na praça brasileira, que todos querem, espera-se um bom tratamento, diferenciado. Evite instituições que mudam a toda hora seus atendentes, posto que um poderá não repassar o seu “caso” específico a outro atendente, e aí seu serviço personalizado desaparece. Também evite quem não explica o ato de demitir ou fazer rodar seu oficial de crédito, posto que é respeitável o tempo gasto na explicação de suas necessidades, características e interesses. Repetir tudo de novo tem altos custos para o cliente;

8) Faça um levantamento do perfil de risco do seu credor. Um bom credor tem atributos, que dão evidências de qualidade, poder, capacidade, respeitabilidade e estabilidade. Deve-se tomar crédito de preferência do agente que tem conhecimentos e técnicas comprovadas na área de crédito; que tem fundamentos evidentes de liquidez e de retorno institucional; que apresenta capacidade de atender bem, rapidamente e com solicitude as demandas do cliente; de quem está em dia com suas obrigações fiscais, monetárias, sociais e de responsabilidade comunitária; e que tem endereço certo, com nome bem estabelecido na praça;

9) Verifique as suas necessidades verdadeiras e cheque se a instituição tem condições de atendê-las. Ao tomar um empréstimo, ele fará provavelmente parte de uma estrutura de capitais, composta de capitais próprios e de terceiros. Pergunte-se se o aporte do empréstimo será útil; se gerará o caixa ou o resultado desejado; se pressionará e em quanto o seu orçamento presente e futuro; e se as condições gerais da combinação de créditos vai alavancar mesmo os seus interesses. Caso positivo, haverá bons indicadores para tomar empréstimo;

10) Combine seu crédito com a sua capacidade de pagar. Um bom casamento deve ser feito, para que se devolva e pague o que se deve. Pagar e devolver satisfatoriamente o devido, é muito mais que um ato moral e o dever de um bom cidadão. Pagar bem é abrir para si mesmo as portas de oportunidades melhores e maiores. Ou seja, o bom pagador é premiado pelo que faz, pela sua decência e se capacita ao apoio de mais e maiores financeiras e bancos, crescendo e somando pontos, para um desenvolvimento melhor e maior. Portanto, evite os calotes, os inadimplementos e os estresses financeiros, que são contraproducentes.

O bom tomador ganha fama. A ele aportam e se dirigem os credores.

Pagando em dia o devido, o cliente tomador vê rapidamente estender-se à sua frente um tapete vermelho, que lhe concede créditos mais diversificados na natureza e maiores no volume.

Desta forma, atender as bases do devedor em face do credor, num procedimento adequado, é certamente trilhar o caminho do sucesso.


Empréstimos PME

Posted on 11/11/2006 at 4:22 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

Se fosse fácil e barato, 57% das micro e pequenas empresas (MPEs) do Estado de São Paulo desejariam tomar empréstimos bancários. No entanto, segundo pesquisa do Sebrae-SP, apenas 22% das pequenas empresas buscam recursos em instituições bancárias.

Na avaliação dos entrevistados, as elevadas taxas de juros e a burocracia continuam sendo as maiores dificuldades de acesso das pequenas empresas ao crédito. Para 61% dos entrevistados, reduzir as taxas de juros seria a principal ação que poderia facilitar a tomada de novos empréstimos, 34% acham que reduzir a burocracia seria a ação mais importante, 18% pleiteiam prazos mais longos de pagamento e 10% demandam menores exigências em termos de garantias.

Para o diretor-superintendente do Sebrae-SP, José Luiz Ricca, os dados mostram que é preciso mudar a estratégia de atuação das instituições financeiras, públicas e privadas, junto às pequenas empresas. "Os recursos existem, mas as empresas não têm acesso a eles.  E o mais grave é que mesmo que fosse fácil e barato captar recursos nos bancos, 43% não estão dispostas, entre outras razões, porque acreditam que não conseguiriam pagar e não confiam na política econômica do governo."

O estudo revela ainda que as três principais formas de financiamento utilizadas pelos empreendedores, com recursos de terceiros, são: negociação de prazo com fornecedores ou crédito mercantil (43%); uso de cheque pré-datado (35%); e uso do cheque especial ou cartão de crédito da empresa (31%).

A sondagem também apurou que das empresas que desejam obter algum tipo de financiamento, 59% das pequenas empresas buscam até R$ 20 mil, 67% acreditam que o prazo ideal para pagamento é de até 36 meses e 67% aceitariam pagar juros de até 1,99% ao mês.

Outro destaque do estudo mostra a intenção do empréstimo: 63% buscam recursos para capital de giro e 54% para investimento em capital físico.

A pesquisa foi realizada com 450 micro e pequenas empresas da capital, região metropolitana de São Paulo, litoral e interior e é representativa das 1,3 milhões de MPEs formais dos setores de indústria da transformação, comércio e serviços.


Projeto autoriza empréstimo em folha para compra de imóvel

Posted on 11/7/2006 at 4:08 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

Trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) poderão fazer empréstimos consignados em folha para a compra de imóveis, segundo prevê o Projeto de Lei 7177/06, do deputado José Divino (sem partido-RJ). Segundo a proposta, os imóveis podem ser novos ou usados e devem estar em situação legal no Sistema Financeiro da Habitação, no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo e no Sistema de Financiamento Imobiliário.
José Divino afirma que a aprovação do projeto resultará na diminuição dos encargos financeiros para os mutuários e beneficiará a indústria da construção civil, "geradora de empregos para a mão-de-obra não qualificada".
O deputado destaca que o crédito consignado em folha incrementou o mercado de empréstimos a pessoas físicas, forçou a redução das taxas de juros e permitiu que trabalhadores "realizassem o seu sonho de consumo". O parlamentar lembra que a Lei 10820/03, que autorizou essa modalidade de crédito, também possibilitou ao trabalhador fugir de empréstimos a juros altos obtidos com agiotas.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Empréstimos Consignados

Posted on 11/3/2006 at 4:06 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

O empréstimo consignado consiste em oferecer crédito para aposentados e pensionistas do INSS e tendo seu pagamento descontado diretamente no benefício.

Com a garantia de pagamento em folha, as instituições financeiras conseguem uma maior garantia de recebimento da dívida. Esse crédito de baixo risco permite que sejam prticadas taxas de juros mais baixas.

O valor das prestações do empréstimo não pode ultrapassar 30% da aposentadoria ou pensão recebida. O prazo máximo para liquidação da dívida é de 36 meses. Os empréstimos consignados são regidos de acordo com normas da Previdência Social.


Cuidados com Empréstimos para Aposentados

Posted on 10/30/2006 at 4:05 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

Após uma vida inteira de serviços prestados e muito esforço, é mais do que justo que um cidadão na melhor idade recorra a um empréstimo para aposentado. O empréstimos pode ser para aquela necessidade de dinheiro especial e inadiável… Talvez financiar a viagem que tanto sonhou. Ou então partir para um crédito imobiliário para comprar um pedaço de terra para momentos especiais com a familia.

Apesar de serem cada vez mais comuns empresas de crédito para aposentados, aumentam também o número de golpes que vão de encontro ao pessoal da terceira idade e empréstimos financeiros.

Por mais que tudo pareça bastante fácil, sempre peça o máximo de informações sobre a empresa de crédito que escolher.

Procure os orgãos competentes, verifique se são empresas devidamente licenciadas para atuarem nesta área de crédito.

Procure na internet por fóruns de informações ou grupos de dicussões voltados para empréstimos ou financiamentos. Se puder, peça referências de algumas pessoas que já usaram o serviço.
Números de documentações e endereços são dados que você precisa ter em mãos na hora de checar se estas centrais de crédito são sérias ou apenas mais uma armadilha ber armada para se aproveitar de um sonho e da ingenuidade das pessoas.
Nunca acredite numa promessa imperdível, ou pode acontecer que sua viagem que era pra ser uma ótima lembrança inesquecúvel, se transforme em uma dívida difícil de ser quitada e um atraso precioso na realização da suas viagem dos sonhos.


Empréstimo Compulsório

Posted on 10/26/2006 at 3:57 AM - 0 Comments - Post Comment - Link

Na doutrina tributária brasileira, empréstimo compulsório é considerado um tributo, e consiste na tomada compulsória de certa quantidade em dinheiro do contribuinte a título de “empréstimo”, para que este o resgate em certo prazo, conforme as determinações estabelecidas por lei.

Na prática, o passado está recheado de episódios em que empréstimos compulsórios só foram devolvidos após muito tempo. Como o Brasil vivia crise de hiperinflação, o dinheiro devolvido foi reduzido a pó.

O empréstimo compulsório serve para atender a situações excepcionais, e só pode ser instituído pela União.


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